Repensando O Monóxido de Carbono Como Um Indicador de Vida

Mestre Jedi Repensando O Monóxido de Carbono Como Um Indicador de Vida

Uma equipe de cientistas usou simulações computacionais de atmosferas planetárias para mostrar que um grande número de tipos de planetas que possuem um interesse para a busca pela vida, como planetas parecidos com a Terra, ou planetas na órbita de estrelas anãs do tipo M, podem manter uma acumulação de monóxido de carbono em suas atmosferas.

Anteriormente se pensava que a presença de monóxido de carbono na atmosfera de um planeta poderia ser considera uma anti bioassinatura, ou seja, uma assinatura que ao invés de indicar a presença de vida, indica exatamente o contrário, que a vida não existe naquele planeta. Isso acontece porque o monóxido de carbono representa uma fonte de energia livre, a sua acumulação indica que não existe vida que possa levar algum tipo de vantagem dessa acumulação. Anti bioassinaturas são valiosas pois, na busca por vida em planetas além do sistema solar, elas podem, rapidamente nos dizer que nós não devemos perder tempo procurando por vida. Mas a equipe de pesquisadores sugere agora que nós precisamos repensar a premissa que o monóxido de carbono pode ser usado como esse tipo de indicador.

Se o monóxido de carbono estiver presente na atmosfera de um planetas mesmo quando o mundo estiver inabitado, nós claramente não podemos usar a acumulação desses gás para descartar algos para a busca de vida extraterrestre. Nossa melhor aposta é continuar a desenvolver um arcabouço que use como base a presença ou a ausência de várias combinações de gases. Nós também podemos ser capazes de usar essa informação juntas com novas abordagens, como buscar a busca por variações sazonais que poderiam ser causadas pela presença da vida, ou calculando se a atmosfera e a superfície do planeta não estão em equilíbrio.

Fonte:

Mestre Jedi Repensando O Monóxido de Carbono Como Um Indicador de Vida

Artigo original:
spacetoday.com.br